é sempre muito curto qualquer tempo contigo. ergue-se logo uma babel de saudades.
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domingo, maio 25, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
segunda-feira, abril 14, 2008
faço, a mim própria, a jura de que vou deixar o tempo passar. devagarinho que é como tu gostas. nenhuma angústia, nenhuma pressa, nenhum risco. só mais um teste à paciência da espera ou à persistência de amar. moderar os telefonemas, continuando a vida de todos os dias.
o presente é uma dádiva, já alguém o disse. vou ver-te como um presente - bem sei que não se recebem presentes todos os dias. de cada vez que há um, é motivo de festa. certamente não te importas de ser o meu presente... prometo não me lambuzar contigo.
sábado, abril 05, 2008
pûs a música da tarde em que saltei quilómetros sem dar pelo relógio, até te achar com lua cheia. lembro-me disso e dos minutos longos em que estive ao frio, sem saber o que fazer. foi o teu olhar de desafio que me confortou. ter corrido um risco com confiança. ou o perfil de miúda que conhecia, sem nunca a ter visto? não sei. escuto a música e revivo a lentidão de um tempo acelerado que engoliu quilómetros sem conta. virado o destino ao avesso, a vida tornou-se nocturamente luminosa.
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